Para tudo há um tempo; quando o esforço para progredir é incipiente as crises surgem naturais.
Quando já detectamos a necessidade de fazer uma reforma íntima mais apurada, as crises retornam quando nos descuidamos e, voltamos aos velhos hábitos e atitudes.
Temos enorme dificuldade em fazer a manutenção.
Recomeçar sempre é o lema dos que superaram a fase em que nos encontramos hoje.
domingo, 20 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
NA POLÍTICA DA VIDA: MENOS...
Não devemos abrir a boca para:
Defender nossos erros.
Nem nossos partidos, afilhados, apadrinhados, manos, e afiliados...
Quem perde tempo defendendo seus erros ou se justificando; sinaliza aos outros que; além de orgulhoso; não se emendará; continuará; a repeti-los.
Mas, será reeleito; para voltar como sofredor candidato a pilantra cósmico, neste domicílio eleitoral; se der tempo; ou noutro que for determinado pelo STC...
Quem não conseguir se reeleger em locais “estados de “ponta” pode pleitear domicílio em locais mais atrasados; onde será candidato a rei das nulidades...
Amém.
Defender nossos erros.
Nem nossos partidos, afilhados, apadrinhados, manos, e afiliados...
Quem perde tempo defendendo seus erros ou se justificando; sinaliza aos outros que; além de orgulhoso; não se emendará; continuará; a repeti-los.
Mas, será reeleito; para voltar como sofredor candidato a pilantra cósmico, neste domicílio eleitoral; se der tempo; ou noutro que for determinado pelo STC...
Quem não conseguir se reeleger em locais “estados de “ponta” pode pleitear domicílio em locais mais atrasados; onde será candidato a rei das nulidades...
Amém.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ALELUIA – UM HOMEM DE CORAGEM
Surge uma luz no fim do túnel das esperanças de uma vida melhor nestas bandas.
Rouba; mas faz...
É fácil dizer que os políticos e servidores públicos são aproveitadores ou ladrões...
No Brasil, geração após geração, a repetição de fatos públicos ligados a decisões políticas criou uma perigosa deturpação: a confusão entre a arte da política e a politicagem ou a safadeza dos donos dos currais eleitorais que comandam o rebanho dos ignorantes necessitados de privilégios...
São coisas de identidade bem diferenciadas, que a repetição continuada e; a impunidade transformou numa coisa só. Poucos muito poucos que militam na área política se esforçam para mudar esse estado de coisas, até porque, sonham, desejam manipular as pessoas para proveito próprio.
Na cultura política nacional, a pessoa ligada ao meio é vista pela maioria como falsa e aproveitadora.
Primeiro é preciso acelerar e aprovar o Projeto de Lei para que não seja mais um dos engavetados por jogo de interesses dos que vivem á sombra do poder.
Que sirva de alento para os órfãos, viúvas e viúvos do quase falecido PROJETO FICHA LIMPA.
Recomendemos aos nossos amigos que se engajem nessa luta especialmente os depressivos, pois essa é uma boa razão para continuar vivendo.
Assassinar sonhos de futuro das crianças pela falta de educação de qualidade; apressar a morte das pessoas com atendimento médico de péssima qualidade; tornar-se um exterminador do futuro aprovando sob propina projetos que destroem o futuro e a natureza – é crime muito mais grave do que a morte de uma pessoa. Um crime no varejo outro não atacado.
Nosso maior problema como uma nação, não é a miséria, a fome, a violência ou o desemprego do presente. É a criança que cresce e forma sua visão de mundo da política, ouvindo dos pais e dos adultos que, a política é a arte da enganação, da roubalheira.
Essa cultura ou educação política tende a afastar muita gente boa e capaz da política. O que explica em parte a formação das oligarquias dos antigos coronéis sendo perigosamente substituídos por facções religiosas dominando partidos políticos.
Em seu primeiro "dia útil" de trabalho na Câmara, o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) protocolou hoje um projeto de lei que iguala a pena do condenado por corrupção à pena do condenado por homicídio qualificado. Na proposta de alteração da Lei de Improbidade Administrativa apresentada pelo deputado, os agentes públicos envolvidos em casos de enriquecimento ilícito estariam sujeitos a penas de 12 a 30 anos de prisão, além de multa a ser fixada pelo juiz de acordo com o dano causado ao erário. Atualmente, o Código Penal prevê uma punição de dois a 12 anos e multa. Seriam enquadrados na nova lei os agentes públicos no exercício do mandato, cargo ou função pública, acusados de peculato, corrupção passiva e ativa.
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O deputado propõe a alteração do Decreto-Lei 2.848 do Código Penal de 1940, do Decreto-Lei 3.689 do Código de Processo Penal de 1941 e da Lei 8.429 de 1992. O deputado também propõe a priorização dos processos de improbidade administrativa. "Terão prioridade de realização todos os atos e diligências nos processos e procedimentos judiciais e administrativos, em qualquer instância, destinados a apurar a prática de ato de improbidade", acrescentou o deputado, em sua proposta.
Na justificativa, o deputado - que foi delegado da Polícia Federal e responsável por operações que culminaram com a prisão de políticos e banqueiros - disse que a corrupção "é uma das principais chagas do Brasil". O ex-delegado argumentou também que o País ficou em 75º lugar no ranking de 2008 da Percepção de Corrupção, da ONG Transparência Internacional. Segundo o deputado, a corrupção alimenta o tráfico de drogas e resulta num prejuízo de R$ 69,1 bilhões ao Estado por ano, citando estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, de 2010.
"Um dos principais problemas que dificultam o combate à corrupção é a cultura de impunidade ainda vigente no País. Essa cultura é ainda mais presente entre os administradores públicos", afirmou o deputado. Protógenes citou também, na justificativa do projeto, um trecho do discurso de posse da presidente Dilma Rousseff, em que ela citou que a corrupção"será combatida permanentemente, e os órgãos de controle e investigação terão todo o meu respaldo para aturem com firmeza e autonomia".
Enfim um homem de coragem.
Quem ombreia com ele?
Essa é uma boa causa – pode mudar o destino de uma nação e salvar a vida e a qualidade dela de milhões.
TÔ NESSA.
Rouba; mas faz...
É fácil dizer que os políticos e servidores públicos são aproveitadores ou ladrões...
No Brasil, geração após geração, a repetição de fatos públicos ligados a decisões políticas criou uma perigosa deturpação: a confusão entre a arte da política e a politicagem ou a safadeza dos donos dos currais eleitorais que comandam o rebanho dos ignorantes necessitados de privilégios...
São coisas de identidade bem diferenciadas, que a repetição continuada e; a impunidade transformou numa coisa só. Poucos muito poucos que militam na área política se esforçam para mudar esse estado de coisas, até porque, sonham, desejam manipular as pessoas para proveito próprio.
Na cultura política nacional, a pessoa ligada ao meio é vista pela maioria como falsa e aproveitadora.
Primeiro é preciso acelerar e aprovar o Projeto de Lei para que não seja mais um dos engavetados por jogo de interesses dos que vivem á sombra do poder.
Que sirva de alento para os órfãos, viúvas e viúvos do quase falecido PROJETO FICHA LIMPA.
Recomendemos aos nossos amigos que se engajem nessa luta especialmente os depressivos, pois essa é uma boa razão para continuar vivendo.
Assassinar sonhos de futuro das crianças pela falta de educação de qualidade; apressar a morte das pessoas com atendimento médico de péssima qualidade; tornar-se um exterminador do futuro aprovando sob propina projetos que destroem o futuro e a natureza – é crime muito mais grave do que a morte de uma pessoa. Um crime no varejo outro não atacado.
Nosso maior problema como uma nação, não é a miséria, a fome, a violência ou o desemprego do presente. É a criança que cresce e forma sua visão de mundo da política, ouvindo dos pais e dos adultos que, a política é a arte da enganação, da roubalheira.
Essa cultura ou educação política tende a afastar muita gente boa e capaz da política. O que explica em parte a formação das oligarquias dos antigos coronéis sendo perigosamente substituídos por facções religiosas dominando partidos políticos.
Em seu primeiro "dia útil" de trabalho na Câmara, o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) protocolou hoje um projeto de lei que iguala a pena do condenado por corrupção à pena do condenado por homicídio qualificado. Na proposta de alteração da Lei de Improbidade Administrativa apresentada pelo deputado, os agentes públicos envolvidos em casos de enriquecimento ilícito estariam sujeitos a penas de 12 a 30 anos de prisão, além de multa a ser fixada pelo juiz de acordo com o dano causado ao erário. Atualmente, o Código Penal prevê uma punição de dois a 12 anos e multa. Seriam enquadrados na nova lei os agentes públicos no exercício do mandato, cargo ou função pública, acusados de peculato, corrupção passiva e ativa.
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O deputado propõe a alteração do Decreto-Lei 2.848 do Código Penal de 1940, do Decreto-Lei 3.689 do Código de Processo Penal de 1941 e da Lei 8.429 de 1992. O deputado também propõe a priorização dos processos de improbidade administrativa. "Terão prioridade de realização todos os atos e diligências nos processos e procedimentos judiciais e administrativos, em qualquer instância, destinados a apurar a prática de ato de improbidade", acrescentou o deputado, em sua proposta.
Na justificativa, o deputado - que foi delegado da Polícia Federal e responsável por operações que culminaram com a prisão de políticos e banqueiros - disse que a corrupção "é uma das principais chagas do Brasil". O ex-delegado argumentou também que o País ficou em 75º lugar no ranking de 2008 da Percepção de Corrupção, da ONG Transparência Internacional. Segundo o deputado, a corrupção alimenta o tráfico de drogas e resulta num prejuízo de R$ 69,1 bilhões ao Estado por ano, citando estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, de 2010.
"Um dos principais problemas que dificultam o combate à corrupção é a cultura de impunidade ainda vigente no País. Essa cultura é ainda mais presente entre os administradores públicos", afirmou o deputado. Protógenes citou também, na justificativa do projeto, um trecho do discurso de posse da presidente Dilma Rousseff, em que ela citou que a corrupção"será combatida permanentemente, e os órgãos de controle e investigação terão todo o meu respaldo para aturem com firmeza e autonomia".
Enfim um homem de coragem.
Quem ombreia com ele?
Essa é uma boa causa – pode mudar o destino de uma nação e salvar a vida e a qualidade dela de milhões.
TÔ NESSA.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
TORCER CONTRA E A LEI DE RETORNO
Ontem teve jogo do corinthians, fui dormir, acordei na hora do jogo com fogos, gritos de alegria, algazarra. Pensei comigo: o corinthians ganhou fácil daquele time. Qual não foi minha surpresa pela manhã ao descobrir que ele perdeu de 2X0 – de fato a torcida do corinthians é a maior do mundo; metade torce a favor e metade torce contra.
Abordar uma rivalidade como essa no futebol pode parecer besteira; mas, não é – essa e outras sinalizam que ainda somos muito intolerantes, invejosos e cheios de preconceitos. Além disso, alerta que não prestamos atenção á lei de retorno.
As energias negativas que enviamos aos outros não levam rótulo nem são muito específicas, de retorno, na volta elas fazem estragos em nossos desejos e sonhos de todos os tipos.
A dica do Mestre Jesus: Só faças aos outros o que gostarias de receber – vale para todas as atividades da nossa vida e a todo instante, sempre. A lei não abre exceções, desculpas, justificativas.
Parte da atitude de torcer contra é projeção; outro componente desse desatino e descuido, é a associação de entidades e grupos com pessoas que não gostamos ou temos preconceito. Muitas vezes isso é o gatilho para que comecemos a torcer contra ou a ridicularizar.
Mais grave é a situação evolutiva individual e de um povo, quando esse processo chega a gerar espancamentos, assassinatos, destruição, vandalismo, mortes.
São essas besteiras e desatinos do nosso cotidiano as lições sobre as quais devemos focar nossas reflexões para tentar ampliar nossa consciência e progredir.
Como proceder?
Para seres da nossa tendência de mornos, talvez o melhor a fazer seja o sistema passo a passo.
Fugir da tentação de torcer contra: assistindo apenas os jogos do nosso time.
Tentar ser neutro; evitando até a tendência de torcer pelo mais fraco.
Tentar conter o impulso de prazer na derrota do outro – se escapar, que em seguida façamos uma reflexão tanto para aprender quanto para anular a onde de raiva e frustração do outro – pois, torcer contra gera sintonia.
Se conviver com os “derrotados” tire o sorriso do rosto, faça cara de paisagem, não provoque, não faça gozações.
Em casa e no trabalho vigie muito e ore bastante para tentar dissolver a nuvem de negatividade gerada pelas formas pensamento de quem está triste e frustrado.
Não é besteira não; afinal quer queiramos ou não compartilhamos uma atmosfera fluídica com as pessoas de nossa convivência.
Faz parte das regras do jogo: a responsabilidade proporcional – quem mais sabe; mais tem que responder pelo seu saber. O outro perdeu e você é que deve faxinar o ambiente energético.
Nada a ver?
Tudo a ver!
Nossa vida não anda lá essas coisas?
Um problema atrás do outro?
Complicações?
Vale a pena refletir a respeito da forma como canalizamos e enviamos as energias do nosso pensar, sentir, agir. Estamos torcendo contra ou a favor, do que e de quem? – Evidente que a maioria de nossos problemas são resultantes da nossa personalidade e da lei de causa e efeito – mas, que a lei de retorno dá uma grande ajuda; isso é vero.
Cada situação corriqueira do cotidiano é recurso pedagógico dos melhores tanto para auto-diagnóstico; quanto para tratamento da nossa insanidade.
Namastê.
Abordar uma rivalidade como essa no futebol pode parecer besteira; mas, não é – essa e outras sinalizam que ainda somos muito intolerantes, invejosos e cheios de preconceitos. Além disso, alerta que não prestamos atenção á lei de retorno.
As energias negativas que enviamos aos outros não levam rótulo nem são muito específicas, de retorno, na volta elas fazem estragos em nossos desejos e sonhos de todos os tipos.
A dica do Mestre Jesus: Só faças aos outros o que gostarias de receber – vale para todas as atividades da nossa vida e a todo instante, sempre. A lei não abre exceções, desculpas, justificativas.
Parte da atitude de torcer contra é projeção; outro componente desse desatino e descuido, é a associação de entidades e grupos com pessoas que não gostamos ou temos preconceito. Muitas vezes isso é o gatilho para que comecemos a torcer contra ou a ridicularizar.
Mais grave é a situação evolutiva individual e de um povo, quando esse processo chega a gerar espancamentos, assassinatos, destruição, vandalismo, mortes.
São essas besteiras e desatinos do nosso cotidiano as lições sobre as quais devemos focar nossas reflexões para tentar ampliar nossa consciência e progredir.
Como proceder?
Para seres da nossa tendência de mornos, talvez o melhor a fazer seja o sistema passo a passo.
Fugir da tentação de torcer contra: assistindo apenas os jogos do nosso time.
Tentar ser neutro; evitando até a tendência de torcer pelo mais fraco.
Tentar conter o impulso de prazer na derrota do outro – se escapar, que em seguida façamos uma reflexão tanto para aprender quanto para anular a onde de raiva e frustração do outro – pois, torcer contra gera sintonia.
Se conviver com os “derrotados” tire o sorriso do rosto, faça cara de paisagem, não provoque, não faça gozações.
Em casa e no trabalho vigie muito e ore bastante para tentar dissolver a nuvem de negatividade gerada pelas formas pensamento de quem está triste e frustrado.
Não é besteira não; afinal quer queiramos ou não compartilhamos uma atmosfera fluídica com as pessoas de nossa convivência.
Faz parte das regras do jogo: a responsabilidade proporcional – quem mais sabe; mais tem que responder pelo seu saber. O outro perdeu e você é que deve faxinar o ambiente energético.
Nada a ver?
Tudo a ver!
Nossa vida não anda lá essas coisas?
Um problema atrás do outro?
Complicações?
Vale a pena refletir a respeito da forma como canalizamos e enviamos as energias do nosso pensar, sentir, agir. Estamos torcendo contra ou a favor, do que e de quem? – Evidente que a maioria de nossos problemas são resultantes da nossa personalidade e da lei de causa e efeito – mas, que a lei de retorno dá uma grande ajuda; isso é vero.
Cada situação corriqueira do cotidiano é recurso pedagógico dos melhores tanto para auto-diagnóstico; quanto para tratamento da nossa insanidade.
Namastê.
sábado, 29 de janeiro de 2011
GUARDE AS INTENÇÕES
A vida já se apresenta hoje; com um sem número de pressões; sobre nós.
Ao comentarmos intenções; atraímos mais pressões de fora; e desencadeamos pressões íntimas subconscientes; de cobrança por resultados.
Melhor calar.
Se, nós conseguirmos, ótimo.
Se não conseguirmos; basta tentar de novo; do nosso jeito; como formos capazes de fazê-lo; sem pressões desnecessárias que acentuam a menos valia e levam á perda da auto-estima...
Tranque suas intenções no cofre da consciência.
A chave?
A atitude; a realização.
Namastê.
Ao comentarmos intenções; atraímos mais pressões de fora; e desencadeamos pressões íntimas subconscientes; de cobrança por resultados.
Melhor calar.
Se, nós conseguirmos, ótimo.
Se não conseguirmos; basta tentar de novo; do nosso jeito; como formos capazes de fazê-lo; sem pressões desnecessárias que acentuam a menos valia e levam á perda da auto-estima...
Tranque suas intenções no cofre da consciência.
A chave?
A atitude; a realização.
Namastê.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
SOCIEDADE DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS
Estamos sendo lentamente “cozidos” na vontade pelo estilo atual de viver e pela mídia.
A de agir sempre foi e ainda é incipiente; mas nossa capacidade de reagir está exaurida; se é que um dia já a tivemos ativa.
A maior parte de nossos novos desastres “naturais”, pessoais e coletivos são anunciados logo após acontecidos os últimos. E desastre atrás de desastre, catástrofe atrás de catástrofe, nós continuamos os mesmos em quase todos os sentidos possíveis e imagináveis; de dentro Pará fora; de fora prá dentro. Mudar não é com a gente.
Falando em causa própria – tenho dado sorte ao fugir das inundações:
Os paulistanos são pegos de surpresa pelas chuvas há mais de 500 anos.
Grande parte dos desabrigados pelas enchentes de 2005 em Sampa, continuam morando em abrigos provisórios; logo, logo terão direito a escritura por Uso Capião.
Cá entre nós, a cultura de não tornar definitivas as medidas provisórias, é um flagelo a atormentar nossa vida particular, familiar, social e política.
Nós temos alergia a tudo que seja planejado, definido, estudado – Talvez porque as metas de longo prazo sejam muito demoradas para quem gosta de levar vantagem em tudo.
Somos a sociedade das metásteses. Não resolvemos as causas primárias de nossos “tumores” e as recaídas são inevitáveis.
Nestas bandas, nós vivemos como se a vida transitória fosse durar para sempre.
- No planejamento de nossa existência. Apenas investimos nas metas de curto prazo.
- Nas finanças. Gastamos mais do que receberemos. O provisório uso do cheque especial e do crédito; torna-se um hábito financeiro definitivo.
- No cultivo das relações afetivas. Ficar e fazer um test drive sexual e afetivo é uma forma de viver que chegou e ficou.
- Nos cuidados com a saúde. Somos os campeões do uso de sintomáticos. A sociedade do analgésico. Investir em prevenção de saúde é coisa para otários; o negócio é aproveitar a vida. Mudar hábitos, eliminar vícios e reciclar a personalidade dá muito trabalho; e tira o prazer de viver.
- Na vida social. As pessoas se buscam e descartam segundo os interesses do momento.
- Horários foram feitos para não serem cumpridos.
- Regras existem para serem burladas.
- Viver com ética. Exige investimentos educacionais de longo prazo; e isso não dá retorno imediato.
- Nas amizades. As rapidinhas não precisam de nome; não trazem problemas nem compromissos.
- Na vida política. Interessa apenas eleger os que prometem privilégios e mordomias; direitos dão trabalho para serem exercidos.
Enquanto esse tipo de viver for “sustentável” continuaremos a ser a sociedade da gariba.
Adoramos conceitos do tipo: O futuro a Deus pertence.
O que der errado, até mesmo o que seja catastrófico não é nossa responsabilidade; não temos nada com isso – pura questão de sorte, azar, destino – desastres são ocorrências naturais.
Até quando vidas serão perdidas?
Paisagens mutiladas?
Bens tragados por bueiros?
Afinal é hora ou não de parar com tanta estupidez?
Recursos para reconstruir o que foi destruído por inépcia estão sendo dilapidados; incontáveis vezes; tragédia após tragédia.
Dentre elas; no pessoal: Tragadas e pitadas destruindo pulmões e dilapidando recursos da saúde pública.
Até quando?
Só Deus sabe?
Ainda bem que não é apenas entre nós – na ilustração coloco a imagem da Igreja da Sagrada Família – obra do símbolo da Barcelona querida – mas, convenhamos: que já passou da hora de acabar aquela monstruosidade de beleza – claro que essa interminável obra faz parte de um jogo de marketing para atrair incautos turistas.
Melhor prá eles.
Pois:
Cá entre nós vamos vender a imagem do que?
Enterros coletivos?
Donativos?
Esmolas oficiais e particulares?
Pela proximidade:
De momento; apenas um Carnaval de desfiles do ego nas campanhas de ajuda aos desfavorecidos da sorte...
Por consideração ao nosso ego deixei de colocar as imagens que nos representam...
sábado, 8 de janeiro de 2011
CARA OU COROA?
VELHOS TEMPOS X NOVOS TEMPOS
Antigamente quando nos referíamos aos velhos tempos ficava subentendido centenas ou dezenas de anos.
O fluxo dos acontecimentos em nossa vida era bem mais lento, as horas, os meses, os anos, os decênios e os séculos passavam bem mais devagar; ao menos, essa era a impressão que tínhamos.
Hoje, fazemos e lidamos com tantas coisas ao mesmo tempo; que parece que o dia mal começou e já acaba; a semana, não dura nada, o fim de semana voa.
DNA vencido ou data de nascimento antiga?
E, o pior de tudo: quando acordarmos para a vida já estamos velhos, prontos para carimbar o passaporte e partir daqui.
As coisas estão tão mudadas, tão aceleradas que o dia de ontem quase que já pode ser rotulado de velhos tempos.
Garotas e garotos de quinze anos pedindo cirurgia plástica de presente de níver.
As pessoas se plastificam e se siliconizam cedo demais; tornando-se arremedos de juventude precocemente demais...
Corremos um sério risco de passar pela vida sem viver...
Como é possível que gente com a cabeça dos velhos tempos consiga viver nos novos tempos?
Aposentando-se no pensar?
Namastê.
Antigamente quando nos referíamos aos velhos tempos ficava subentendido centenas ou dezenas de anos.
O fluxo dos acontecimentos em nossa vida era bem mais lento, as horas, os meses, os anos, os decênios e os séculos passavam bem mais devagar; ao menos, essa era a impressão que tínhamos.
Hoje, fazemos e lidamos com tantas coisas ao mesmo tempo; que parece que o dia mal começou e já acaba; a semana, não dura nada, o fim de semana voa.
DNA vencido ou data de nascimento antiga?
E, o pior de tudo: quando acordarmos para a vida já estamos velhos, prontos para carimbar o passaporte e partir daqui.
As coisas estão tão mudadas, tão aceleradas que o dia de ontem quase que já pode ser rotulado de velhos tempos.
Garotas e garotos de quinze anos pedindo cirurgia plástica de presente de níver.
As pessoas se plastificam e se siliconizam cedo demais; tornando-se arremedos de juventude precocemente demais...
Corremos um sério risco de passar pela vida sem viver...
Como é possível que gente com a cabeça dos velhos tempos consiga viver nos novos tempos?
Aposentando-se no pensar?
Namastê.
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