quinta-feira, 30 de setembro de 2010

ESTAMOS NUM ANO DE ELEIÇÃO – DEUS NOS ACUDA NO PRÓXIMO

Quando um ex-presidente francês disse que não somos um país sério; muita gente metida a intelectual se revoltou. Quando um jogador de futebol, ídolo, disse que o povo brasileiro não sabia votar as esquerdas tiveram um xilique, as direitas um peripaque e os canalhas do centro um orgasmo.

Bem feito!
Pior é ter que agüentar a fala de um ex: Vocês eram felizes e não sabiam!

Continuamos os mesmos; apenas com muito mais: tosse, coriza, dor nas costas, insônia, gastrite, cheque especial estourado; o trânsito cada dia nos irrita mais; o medo de sair de casa aumenta; todo mundo toma remédio. Mas, fiquemos lights e zens – vai continuar tendo carnaval, feriadões, trem da alegria, pinga e cervejinha barata; o campeão antecipado do campeonato brasileiro vai ganhar o título (vai ter uma comediazinha estilo F1 só prá não dar na vista); pão e circo não vão faltar – até o tiririca e sua troupe vão fazer a festa no congresso; para os manés se escangalharem de dar risada.

Mas, só isso basta?

O que é viver bem?
O que é viver mal?
Com bolsa ou sem bolsa? Com propina ou sem propina?

Estar ou ser?
Viver bem é estar alegre e feliz?
Veja bem: estar feliz, e não, ser feliz...
Num momento você estaria com o salário no bolso; mas, o saldo devedor...
- Neste exato momento estás alegre ou triste?
- E daqui a um minuto?
Às vezes, basta apenas um minuto para sairmos da sensação de tristeza para a de alegria ou de um sorriso, um gesto, um olhar. GOLAÇO! Que morena gostosa! Vem ni mim!
Alguém já ganhou camisinha vermelha do PT? – Com uma estrelinha só?
A do PSDB é melhor nem usar; vi descer a serra vai brochar!
A outra verdinha é pior: Jesus te ama! Pruuu! Mixou!

Ser é a somatória de todos os momentos em que você está: confiante no futuro, vivendo sob a proteção da justiça não indicada pelos poderosos de plantão.

Podemos nos considerar pessoas felizes quando a soma dos momentos que consideramos felizes supera os outros.

Ser feliz é uma conquista que poucos já fizeram. Passar num concurso público para manter mamatas não vai resolver; pois, quem não é da diretoria está fú.
Estar feliz é possível a todo instante, para qualquer pessoa, só depende de nóis mano.
Estar alegre também é diferente de ser alegre. Só zirigidum não vira nem paga as contas.
Como conseguir isso sem parecer bobo?
(Tá rindo do quê? – pergunta o baixo astral)
Estar exige um porque, um motivo. EDUCAÇÃO INTELIGENTE.
Ser, já não precisa mais de motivo. Simplesmente é: bolsista, prevaricador fp, propinodêutico, e pronto...

Ser um dia alegre e feliz como cidadão e ser vivente; depende de uma sucessão de estar alegre e feliz; muitas e muitas vezes, até cansar de estar triste e mal humorado. É um tipo de treino que exige conhecimento, meta, trabalho e persistência.

Preparem-se para 2011:
Se o Serra ganhar – missão quase impossível (aliás, nem eles querem; se analisarmos a postura do PSDB, eles deixaram de ser tucanos prá virar hiena), vai estourar tanta greve alimentada pelas milícias da estrela; que ele não vai conseguir governar) – a bolha mundial já começou a estourar – o pau já está comendo na europa (estamos sempre na contramão dos acontecimentos). Se a Dilma ganhar (e vai) uma verdadeira guerra civil pode começar; pois, mesmo um povo como o nosso não suportará mais tempo tanto descalabro.
Dinheiro não nasce em árvores. Vão ter que arrecadar mais para tapar o buraco do esgoto das últimas administrações que foram ótimas para os do fundo do poço que se contentam com bolsas e para os do topo que dividem as propinas – quem paga a conta é a turma intermediária, os que vão criar uma nova revolução; mas, que não seja á francesa; pelo amor de Deus.
VIDA TÁ DIFÍCIL?
Te prepara para o segundo semestre de 2011 mané – mano...

SERRA? DILMA? MARINA/

tanto faz.............

Se querias mudar alguma coisa - Por que te ausentastes? não fizestes nada antes.

Não adianta chorar o leite derramado.

PT. saudações

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

2011 – A BOLHA VAI ESTOURAR – O PAÚ VAI COMER

A irresponsabilidade ou falta de caráter de inchar os ganhos da Petrobrás com adesivos financeiros do tesouro – é uma das agulhas que vai detonar a bolha paraíso das bolsas para os pobres e do propinoduto para os ricos. A atual camarilha que governa o país aposta no velho inepto e maldito surrão do bandido Fidel e Cia: enche a barriga dos pobres com arroz e feijão (bolsas auxílio-miséria) e dá aos ricos: caviar e outros quitutes financeiros na forma de propinas para ganhar concorrências e depois para receber sua parte podre da dívida interna.

Essa maldita e podre sociedade está no fim:
E não sou eu a vaticinar isso:


Meirelles: entrada de dólares eleva risco de bolha de crédito
24 de setembro de 2010 • 11h02 • atualizado 16h42
A forte entrada de dólares está elevando o risco de uma bolha de crédito no Brasil, forçando as autoridades a impor regras mais duras sobre empréstimos bancários, afirmou nesta sexta-feira o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles.
O volume de crédito disponibilizado pelos bancos brasileiros teve forte alta nos últimos meses, depois que o governo estimulou o consumo para dar suporte à economia durante a crise econômica global.
Os dólares que chegam ao país podem intensificar essa tendência, ao ampliar a liquidez no sistema bancário, acrescentou Meirelles.
"O Banco Central está muito cuidadoso com isso. É por isso que continuamos fortalecendo regras prudenciais no Brasil, para proteger a economia brasileira de bolhas de crédito", disse a investidores em evento organizado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em Nova York.
Ele evitou fazer projeções sobre os fluxos futuros de dólar ao país, após a conclusão da oferta de ações da Petrobras .
"É uma atividade temerária no mundo de hoje fazer previsão sobre fluxo cambial, exatamente devido ao aumento do fluxo internacional de capitais nos últimos anos e particularmente devido ao alto nível de liquidez hoje da economia americana", notou Meirelles.
"Dito isso, é razoável supor que o lançamento de ações da Petrobras marcou um período de ingresso expressivo de divisas, e não há uma projeção de outros lançamentos da mesma dimensão."
Enfrentando desequilíbrios
A política monetária expansionista nos Estados Unidos está gerando desafios para muitos países emergentes, que precisam lidar com maciços fluxos de moeda estrangeira que vêm provocando a apreciação de suas moedas, prejudicando exportadores e seu balanço de pagamentos.
Meirelles disse que, embora os EUA tenham o direito de amparar sua economia com estímulos monetários, cada país tem de tomar suas próprias medidas para evitar desequilíbrios causados pelo excessivo fluxo de dólares.
No Brasil, o BC mantém sua política de comprar o excesso de oferta de dólares no mercado à vista e reforçar as reservas internacionais, disse.
Meirelles acrescentou que o BC também vai atuar em nome do Tesouro Nacional para comprar dólares para o Fundo Soberano, garantindo a necessária coordenação entre as duas políticas.
Detalhes sobre os mecanismos das compras do Fundo Soberano ainda não foram anunciados. Investidores estão particularmente preocupados com a transparência do processo, já que o Tesouro pode decidir não revelar a quantidade de dólares comprada.
Frente a essas preocupações, Meirelles disse que o Banco Central vai anunciar os detalhes operacionais das compras de dólar para o Fundo Soberano, incluindo os mecanismos dos leilões.
"O BC vai aplicar sua metodologia de uma maneira transparente", afirmou Meirelles. "Mas a decisão de revelar ou não a quantia de dólares comprados é do Tesouro."

Não se trata apenas de tirar o seu da reta; algumas raras pessoas que se encontram á frente das decisões que podem diminuir ou aumentar o sofrimento das pessoas de mau caráter (maioria de nós) neste final de Era – Essa turma pode fazer alguma diferença; pois, seria mais proveitoso ao equilíbrio coletivo; mesmo sob risco de vida, que dentre outros; o íntegro Meirelles fosse mais claro em coisas simples:

PREPAREM-SE PARA O ESTOURO DA BOLHA.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

BATE PAPO COM A CONSCIÊNCIA – EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO

Cada um de nós constrói e escreve a própria história e abre ou fecha caminhos para os descendentes e colaterais.

Revisar é preciso – é lei – pois, nada fica sem reparação – jamais – daí; sorte do devedor que começa a pagar; que faz acordos compatíveis; antes de ir para a cadeia da dor e do sofrer tanto em 3D; quanto pior em 4D, ou em mundos/cadeia que nunca ouvimos falar.

Revisionismo é conceito de temor de quem está em débito com a própria consciência; de quem fez besteiras para se manter no pedestal do poder em qualquer situação da vida; no correr rápido dos dias atuais até múmias “safadas” (seus herdeiros têm mais contas no exterior em seu nome do que Cuba tem de PIB) como Fidel Castro; um ser mumificado pelas sombras do próprio desejo de poder; e que dá o ar da graça de tentar se redimir – ao começar a reconhecer que atrasou e danificou um povo; durante muitas gerações – tomara que seus pupilos abaixo da linha do Equador aprendam as lições; pois, para eles, seus filhotes e colaterais não haverá mais tempo; que o digam os escândalos novos e velhos.

Mas, nosso assunto é o tribunal da própria consciência:

Eleito ou eleitor; se tiveres interesse - Para desvendar a tua:

Faz silêncio dentro de ti, respira fundo, abre a mente e o coração, pára e pensa, faz isso, com muito carinho; pois podes mudar o teu mundo íntimo e afetar o destino de toda a humanidade.
Reflete:
Hoje, aqui na Terra, e na antiga pátria do Evangelho; tu és um prisioneiro desta dimensão da vida.
Estás preso, algemado às tuas próprias escolhas e aos teus amigos ou não; de ontem e de hoje; cuidado como educas os que te seguirão.
Escolhas que inúmeras vezes se transformaram em crimes contra as leis de progresso.
Não te esqueças que vezes sem conta: Abusastes do direito de ser livre.
Malbaratastes os públicos recursos da vida.
Abortastes as próprias oportunidades e as de outros no atacado ou no varejo.
Tu agiste como depositário infiel dos bens que te foram confiados, amores, filhos, pais, conhecimento, saúde, posses, vida pública e como funcionário público.

Atenta para os agravantes:
Detentor de conhecimento; tu continuaste a agir como antes usaste as pesquisas de opinião pública. Mantivestes a ignorância para tentar fugir das responsabilidades e iludir pessoas; tu te iludiste e aos outros com concursos públicos, apenas para poder dominar.
No poder, tu acusaste outros menores na escala, dos teus próprios crimes.
Sem saída, assumistes os próprios erros; arrependido, tu pediste demissão forçada; e tu imploraste misericórdia e juras defender-te usando as picaretagens da justiça que ajudastes a criar.
Milhares de vezes tuas ofensas te foram perdoadas; foste reeleito para continuar; contudo, continuastes a agir como antes. Reconduzido ao cárcere íntimo agistes como louco rebelde e agressor – estilo político de ficha suja.

Vítima ou agressor; roubado ou ladrão; não te recrimines a ponto de desespero; antes, observa os fatos atenuantes:
Vezes sem conta; foste iludido por outros, que te acenaram com uma libertação ou propina impossível sem a devida reparação.
A ignorância verdadeira, embora seja rara, diminui a cobrança; que pode ser atenuada pela vontade sincera de se preparar para reparar; nada a ver com a maioria da atualidade que se elegerá como salvadora da própria pátria.

Desejas a libertação?
Não te candidates mais a nada; muito menos a salvador da tua pátria e a das tuas cobaias.
É quase certo que a almejas; porém, somos prisioneiros da própria consciência; e o juiz do foro íntimo sempre executa a lei e, decide começar pela liberdade condicional. Se a desejas, começa libertando os que te ofenderam. Perdoa-os, libera-os, solta as algemas que te une a eles, pois ficarás com mais liberdade de ação para ir e vir e, começar a reparar teus erros como melhor te convier.

O amor por si só, não é partidário; ele é livre e responsável.
Não existe amor onde não há liberdade nem responsabilidade; pois quem ama cuida.
Por que aqui e com estes, indagas?
Quantas vezes nos perguntamos isso.
Votamos neles; tanto nos bons quanto nos maus momentos de nossas vidas; principalmente nestes. Parece num primeiro momento uma charada indecifrável, mas não é. Gravitamos em torno dos vetores de forças que emitimos pelo nosso pensar, sentir, agir de ontem e de hoje. Quando pensamos, sentimos e agimos atuamos, interferimos na vida dos outros e em tudo que nos cerca.

Porque sempre fazemos questão de ignorar isso?
É sinal de inteligência responder, e anotar as respostas.

Tudo o que somos capazes de perceber se resume a escolhas já feitas e as ainda por fazer.

A solução para nossos casos pessoais, familiares, amorosos e políticos, mal resolvidos; está em fazemos silêncio dentro de nós; para ouvir o diálogo entre nossa consciência e os seres que zelam por nós; para tornar a escolher de forma mais correta, segundo a Lei do Amor.

Dica.

A cada dia afrouxamos ou apertamos os laços que nos unem a todos. Nós nos mantemos prisioneiros ou nos libertamos a cada nova escolha que fazemos.
Não se trata apenas de relações afetivas e familiares – mas, em todos os tipos de experiências: trabalho, trânsito, convivência, vizinhança – e, principalmente – NA ARTE DE FAZER POLÍTICA.

Quer protestar contra si mesmo e o sistema; introverta-se, LIBERTE-SE, não vá, não participe – pague a irrisória multa...

domingo, 12 de setembro de 2010

OU VAI - OU VIU!

SE AS COISAS VÃO MAL DE QUEM É A CULPA?

Já que as estatísticas de opinião apontam os rumos para as cobaias – nada e tudo a ver; com manipulação – apontam para perdedores e vencedores no contexto – nada a ver com conteúdo; pois, são todos; farinha do mesmo saco educacional e cultural... Nada a ver com subir ou descer a serra. Chegar ao dilmar antes do topo; ou ao continente da sacanagem...

Em continuidade ao bate papo anterior; a respeito de política e politicagem; vamos brincar mais um pouco de papai Noel e da fada malvada:

Na vida coletiva, é impossível contentar a todos em todos os momentos.

Administrar essa realidade é tarefa da Arte da Política.

Quando a realidade não coincide com nossos interesses, corremos a colocar a culpa nos outros. Se fazemos isso o tempo todo nas pequenas coisas do dia a dia, porquê não faríamos isso na política?
Quando se trata de atender aos nossos interesses não nos importamos com os dos outros.
Pois, aprendemos na vida em família e nos grupos sociais a separamos as pessoas em dois times: eu e os meus e, os outros. O meu time é o adversário do time dos outros. Vamos jogar contra para ver quem ganha. No sistema atual de educação criamos um natural conflito de interesses; falta apenas torná-lo saudável.

Conflito saudável?
Conflitos, não devem ser evitados?
A política é a sublime arte de bem administrar esses conflitos. Nas polaridades da vida não é possível conhecer a verdade sem os naturais oonflitos.




Caso não se consiga criar um forte conjunto de interesses comuns não existe uma Nação, apenas um aglomerado de pessoas.

Interesses comuns criam a paz social.

Interesses de pessoas e de grupos em permanente conflito de egoísmo e de orgulho é que geram a violência social.

Ou nos tornamos um povo, ou seremos destruídos por uma guerra de interesses ou violência social de cpis, pccs, etc.

Aumenta de forma significativa o número de jovens infratores da classe média internados nas FEBEM(S) da vida. Com certeza eles vão levar sofisticação ao crime cada vez mais organizado, disputando palmo a palmo o poder com os quadrilheiros já instalados no poder via voto democrático e concursos públicos.

No terreno da política, ao longo do tempo, criamos dois grupos antagônicos: Governo e Povo.

Nessa dualidade bipolar psicótica, uns são os interesses do governo e outros os do povo como se fossem, ou pudessem ser coisas separadas.

Para fortalecer o conceito de Nação, o primeiro passo, é todo mundo entender que não pode existir antagonismo entre os interesses do governo e os do povo.

Tudo é povo. Os que governam fazem parte do povo. O Governo está subordinado ao povo.

O QUE FALTA, É O POVO DECIDIR O QUE QUER.

Então, quando as coisas não vão bem, a culpa não é só do governo, é do povo, que não se organiza nem define seus interesses coletivos.

Medo e preguiça são nossos problemas, os dos candidatos a seres humanos.

Temos dois problemas íntimos muito sérios que atrapalham nossa vida pessoal: medo e preguiça que são o pai e a mãe da ignorância.
É lógico e natural que esses mesmos problemas atrapalhem as relações políticas.

Algumas pessoas tem medo de perder seus privilégios; outras, tem preguiça de lutar pelos seus direitos.

Nesse impasse, quem tem menos preguiça de pensar e de agir, aproveita a chance, e explora o mais preguiçoso de pensar e de agir até o limite em que ele permita; nada mais lógico e natural. Esse é o germen das revoluções...

Todos, nós, vós, e até os outros manos; todos nós; temos duas formas básicas de progredir: ativa e passiva ou como se diz no popular: “pelo amor ou pela dor”. Nessa linha de raciocínio: o progresso político capaz de dar estabilidade e desenvolvimento a uma Nação pode ser feito pela educação ou pela violência. Nós é que escolhemos.

Mas, chega de blá, bla´, blá – Pois, mamãe Natureza está de saco cheio:
Meu filho; mano; broder; irmão:

OU VAI OU VAI..

sábado, 11 de setembro de 2010

PROBrEMAS POLÍTICOS

Como a política é a arte da vida; e por estarmos em ano eleitoral; vamos começar uma série voltada para a arte da política (nada a ver com pilantragem de crianças safadinhas).

De fato; ainda não os temos: apenas jogatina de interesses:

Como nossa seriedade ainda deixa a desejar; a rigor ainda não enfrentamos problemas políticos sérios. Ainda nos divertimos com pragas do tipo tiririca – grana depositada nas meias, cuecas, etc.


Uma simples mudança de rótulo pode mudar a imagem de um produto.

Tanto para o bem quanto para o mal...

Que o digam os marketeiros da vida – que trabalham para gregos e troianos ao mesmo tempo; sem o mínimo pudor.

As associações de palavras e de idéias gravadas em nosso subconsciente podem facilitar ou dificultar nossa vida.
Por exemplo: a palavra problema assusta (“probrema” assusta mais ainda), desanima e faz perder as esperanças. Experimente trocar o rótulo de problema para lição.
Quando se defrontar com uma situação que costuma rotular de problema tente primeiro questionar: o que eu posso aprender com isso? E ficará mais perto da melhor solução. Modernize a resolução de seus problemas ou de suas lições.
Peça ajuda a Einstein: problemas humanos têm soluções relativas.

Nada na vida humana é definitivo.

Cada problema tem a melhor solução para aquele momento. Sempre há o que se pode fazer agora pelo companheiro. Como se diz no popular: “não queira dar murro em ponta de faca”. Para cada problema sempre há soluções possíveis de curto, médio e longo prazo.
Apenas cuidado com a preguiça e o medo que podem destruir todos os seus sonhos. Não venda seus sonhos de longo prazo a troco de badulaques e bolsas descartáveis na hora de exercer seus direitos.

A simples mudança na forma de perceber a política; já pode ser um fator decisivo na mudança de nossas atitudes políticas internas, sociais e partidárias.

Quando se trata de problemas políticos e sociais as soluções definitivas sempre exigem mudanças de atitudes de cada indivíduo para formatar o desejo coletivo.

Desconfie das promessas às vésperas de eleições, muito menos creia em soluções mágicas.

Sempre há um tempo de colher e outro de plantar.
Não se pode colher o que ainda não foi semeado, muito menos plantar uma coisa e colher outra.
Todas as soluções de curto prazo são paliativas. É urgente criar um fórum de soluções para problemas nacionais que envolva todos os segmentos da sociedade. Em tempo, para que os políticos profissionais não se assustem; Fórum; no caso; é um local de debate livre; onde todos podem externar sua visão de mundo a respeito dos “probremas da comunidade”...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A ERA DO ARROTO

O conceito de arroto fisiológico; ficou acima da antiga soberba de “arrotar engodos” – significava: o que expele (fala); mas, não possui, possuiu, nem comeu: “eructus mentirosus” – bem mais complexo; mais cancerígeno; ao menos, a curto prazo.

Claro que o velho conceito de “palhudar” ainda continua em voga e com a corda toda; especialmente em época de eleições onde os “palhudos” se acham o máximo e seus cheiradores eleitorais; cujos narizes e cérebros “privadas”; se deleitam com os novos odores e sabores da mentira descarada e safada das pesquisas – novo odor da hora.
Cá entre nós; sou um feminista meio ressabiado – mas, acho que o presidente que vive arrotando a futura presidenta como sua comida preferida; vai levar um sonoro pum dela – serra abaixo – tomara.

Sempre foi assim, desde o princípio da comunicação encoxada pelo orgulho; porém jamais penetrada pela verdade, dura, ás vezes física real; e noutras moral, contundente – geradora de progresso e de vergonha na cara; nada de só colocar a cabecinha – ou só um pouquinho não faz mal, diet, light, faça com moderação... Nossa educação e vida foi baseada no “eructus desculpus” com uma mãozinha na frente e a outra atrás (sem colocar a culpa no lulu)...

Desde sei lá quando, sempre arrotamos em se tratando de conceito:

- Poder: fazendo tanto barulho que assustamos os incautos.
- Saber; onde o ruído e o odor da moda são as pós-graduações.
- Potência sexual; onde os mais frouxos se arvoram; nos mais capacitados.
- Enfim; sempre que vendemos produtos objetos de propaganda enganosa; falsos...

Mas, neste final de Era; o arroto – somatizou - descambou, inevitavelmente, para a parte física e recebeu o nome de REFLUXO gástrico - esofágico.
Ter de volta o que não conseguimos ter nem digerir.

Refluxar - seguir no sentido contrário do fluxo.

Pode ser bom ou ruim.
Exemplo, os normóticos seguem em direção ao matadouro cósmico; quem ousar refluxar; pode sair pelas beiradas e escapar da degola planetária.

Refluxar pode virar vômito.
Vomitar: jogar fora de sopetão.
Melhor refluxar o vomitar?
Sem dúvida: Melhor vomitar; pois, a desidratação física ou de ideiais

Quem arrota ou refluxa está com sérios problemas de identidade e de verdade perante si mesmo e os outros. O antigo engolir em seco; está se tornando molhado; devido á ansiedade e medo fora de controle.

Aerofagia; nada a ver com arroto avoado nem com problema de déficit de atenção.
Pêra aí! – Tem gente emitindo pequenos arrotos durante a fala.
Por enquanto: felizes dos alergistas, pediatras, clínicos gerais, ginecologistas (?) – pois, o arroto ainda continua light namorando as ites; mas, quando começar a sobra tudo para os cancerologistas – será o fim da picada.

Estamos comendo ar – mas, ao menos ainda estamos comendo alguma coisa, nem que seja contaminado pela bolsa dos créditos de carbono... Breve: ao invés da plaquetinha de proibido fumar – vamos ver outra de proibido soltar pum – arrotar; só entre quatro paredes...

domingo, 5 de setembro de 2010

NÃO APRENDEU A CALAR A BOCA

Algumas notícias veiculadas na NET estão proibidas de serem comentadas.
Esta nem por milagre consegui; no dia.

Daí; nós fazemos uso da cola e dos canais que criamos; mas, que os caras se esforçam em atrapalhar.

Esse cara não aprendeu – fez muita gente ir para a fogueira e coisa e tal, na antiguidade; e desta vez, usa sua imagem de cérebro muito acima da média - e ferrado na parte física para continuar a falar abobrinhas cósmicas.
Stephen Hawking: Deus não criou o universo
Qui, 02 Set, 10h14
LONDRES (AFP) - Deus não tem mais lugar nas teorias sobre a criação do universo, devido a uma série de avanços no campo da física, afirma o cientista britânico Stephen Hawking em seu novo livro, que teve trechos divulgados nesta quinta-feira.
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Demonstrando uma posição mais dura em relação à religião do que a assumida nas páginas do best-seller internacional "Uma breve história do tempo", de 1988, Hawking diz que o Big Bang foi simplesmente uma consequência da lei da gravidade.
"Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar a ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos", escreve o célebre cientista em "The grand design", que será publicado em série no jornal The Times.
"Não é necessário que evoquemos Deus para iluminar as coisas e criar o universo", acrescenta.
Hawking se tornou mundialmente famoso com suas pesquisas, livros e documentários, apesar de sofrer desde os 21 anos de idade de uma doença motora degenerativa que o deixou dependente de uma cadeira de rodas e de um sintetizador de voz.
Em "Uma breve história do tempo", Hawking sugeria que a ideia de Deus ou de um ser divino não é necessariamente incompatível com a compreensão científica do universo.
Em seu mais recente trabalho, no entanto, Hawking cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora de nosso Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos.
"Isso torna as coincidências de nossas condições planetárias - o único sol, a feliz combinação da distância entre o Sol e a Terra e a massa solar - bem menos importantes, e bem menos convincentes, como evidência de que a Terra foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos seres humanos", afirma Hawking.
Até certo ponto ele tem razão – mas, que seu chefe fez besteiras na criação deste universo; isso fez; e pode perder a franquia; breve.

Daí; nós os consumidores; vamos pagar apenas o que for nosso débito real.

O adeus á ciência e á religião sob o domínio do mau querer é uma emergência – não crer em cientistas nem em religiosos de profissão é urgente.