sábado, 29 de janeiro de 2011

GUARDE AS INTENÇÕES

A vida já se apresenta hoje; com um sem número de pressões; sobre nós.

Ao comentarmos intenções; atraímos mais pressões de fora; e desencadeamos pressões íntimas subconscientes; de cobrança por resultados.

Melhor calar.
Se, nós conseguirmos, ótimo.
Se não conseguirmos; basta tentar de novo; do nosso jeito; como formos capazes de fazê-lo; sem pressões desnecessárias que acentuam a menos valia e levam á perda da auto-estima...

Tranque suas intenções no cofre da consciência.

A chave?

A atitude; a realização.

Namastê.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SOCIEDADE DAS MEDIDAS PROVISÓRIAS




Estamos sendo lentamente “cozidos” na vontade pelo estilo atual de viver e pela mídia.
A de agir sempre foi e ainda é incipiente; mas nossa capacidade de reagir está exaurida; se é que um dia já a tivemos ativa.

A maior parte de nossos novos desastres “naturais”, pessoais e coletivos são anunciados logo após acontecidos os últimos. E desastre atrás de desastre, catástrofe atrás de catástrofe, nós continuamos os mesmos em quase todos os sentidos possíveis e imagináveis; de dentro Pará fora; de fora prá dentro. Mudar não é com a gente.

Falando em causa própria – tenho dado sorte ao fugir das inundações:

Os paulistanos são pegos de surpresa pelas chuvas há mais de 500 anos.
Grande parte dos desabrigados pelas enchentes de 2005 em Sampa, continuam morando em abrigos provisórios; logo, logo terão direito a escritura por Uso Capião.

Cá entre nós, a cultura de não tornar definitivas as medidas provisórias, é um flagelo a atormentar nossa vida particular, familiar, social e política.

Nós temos alergia a tudo que seja planejado, definido, estudado – Talvez porque as metas de longo prazo sejam muito demoradas para quem gosta de levar vantagem em tudo.

Somos a sociedade das metásteses. Não resolvemos as causas primárias de nossos “tumores” e as recaídas são inevitáveis.

Nestas bandas, nós vivemos como se a vida transitória fosse durar para sempre.

- No planejamento de nossa existência. Apenas investimos nas metas de curto prazo.

- Nas finanças. Gastamos mais do que receberemos. O provisório uso do cheque especial e do crédito; torna-se um hábito financeiro definitivo.

- No cultivo das relações afetivas. Ficar e fazer um test drive sexual e afetivo é uma forma de viver que chegou e ficou.

- Nos cuidados com a saúde. Somos os campeões do uso de sintomáticos. A sociedade do analgésico. Investir em prevenção de saúde é coisa para otários; o negócio é aproveitar a vida. Mudar hábitos, eliminar vícios e reciclar a personalidade dá muito trabalho; e tira o prazer de viver.

- Na vida social. As pessoas se buscam e descartam segundo os interesses do momento.

- Horários foram feitos para não serem cumpridos.

- Regras existem para serem burladas.

- Viver com ética. Exige investimentos educacionais de longo prazo; e isso não dá retorno imediato.

- Nas amizades. As rapidinhas não precisam de nome; não trazem problemas nem compromissos.

- Na vida política. Interessa apenas eleger os que prometem privilégios e mordomias; direitos dão trabalho para serem exercidos.

Enquanto esse tipo de viver for “sustentável” continuaremos a ser a sociedade da gariba.

Adoramos conceitos do tipo: O futuro a Deus pertence.
O que der errado, até mesmo o que seja catastrófico não é nossa responsabilidade; não temos nada com isso – pura questão de sorte, azar, destino – desastres são ocorrências naturais.

Até quando vidas serão perdidas?
Paisagens mutiladas?
Bens tragados por bueiros?

Afinal é hora ou não de parar com tanta estupidez?
Recursos para reconstruir o que foi destruído por inépcia estão sendo dilapidados; incontáveis vezes; tragédia após tragédia.
Dentre elas; no pessoal: Tragadas e pitadas destruindo pulmões e dilapidando recursos da saúde pública.

Até quando?
Só Deus sabe?

Ainda bem que não é apenas entre nós – na ilustração coloco a imagem da Igreja da Sagrada Família – obra do símbolo da Barcelona querida – mas, convenhamos: que já passou da hora de acabar aquela monstruosidade de beleza – claro que essa interminável obra faz parte de um jogo de marketing para atrair incautos turistas.
Melhor prá eles.

Pois:
Cá entre nós vamos vender a imagem do que?
Enterros coletivos?
Donativos?
Esmolas oficiais e particulares?

Pela proximidade:
De momento; apenas um Carnaval de desfiles do ego nas campanhas de ajuda aos desfavorecidos da sorte...

Por consideração ao nosso ego deixei de colocar as imagens que nos representam...

sábado, 8 de janeiro de 2011

CARA OU COROA?

VELHOS TEMPOS X NOVOS TEMPOS

Antigamente quando nos referíamos aos velhos tempos ficava subentendido centenas ou dezenas de anos.

O fluxo dos acontecimentos em nossa vida era bem mais lento, as horas, os meses, os anos, os decênios e os séculos passavam bem mais devagar; ao menos, essa era a impressão que tínhamos.

Hoje, fazemos e lidamos com tantas coisas ao mesmo tempo; que parece que o dia mal começou e já acaba; a semana, não dura nada, o fim de semana voa.

DNA vencido ou data de nascimento antiga?
E, o pior de tudo: quando acordarmos para a vida já estamos velhos, prontos para carimbar o passaporte e partir daqui.

As coisas estão tão mudadas, tão aceleradas que o dia de ontem quase que já pode ser rotulado de velhos tempos.
Garotas e garotos de quinze anos pedindo cirurgia plástica de presente de níver.
As pessoas se plastificam e se siliconizam cedo demais; tornando-se arremedos de juventude precocemente demais...

Corremos um sério risco de passar pela vida sem viver...

Como é possível que gente com a cabeça dos velhos tempos consiga viver nos novos tempos?

Aposentando-se no pensar?

Namastê.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

A “TIRIRICA” INVADIU A EDUCAÇÃO - DEUS NOS ACUDA

Estamos fazendo uma (re) evolução ao contrário.
Há muito tempo estamos matando a educação. Até mesmo a instrução que era o foco único está indo prás cucuias.
A mediocridade em todos os sentidos possíveis; invade a vida pública numa velocidade assombrosa. Não se trata apenas de ignorantes, iletrados dirigindo uma nação; mas, de prevaricadores sem o mínimo de pudor; acobertados; fazendo a maior farra com o dinheiro público.

Quando todas as nações que deram certo investem na educação (mesmo que seja só instrução) de seus cidadãos; nós remamos ao contrário.

Infelizmente a corrupção já atingiu os antigos diretórios acadêmicos; hoje eles só se prestam a...

Não é preciso bola de cristal para imaginar o que nos aguarda quando a atual bolha de consumo estourar.
Até ex-presidentes estão tirando a cidadania estrangeira de seus filhos para cair fora...


ORÇAMENTO DEIXA FUNDO DA EDUCAÇÃO COM R$ 1,4 BI A MENOS
Da Redação*
Em São Paulo

A complementação da União à verba destinada ao Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para 2011 está R$ 1,4 bilhão abaixo do valor mínimo constitucional. O valor foi aprovado ontem (9) pela Comissão Mista de Orçamentos da Câmara dos deputados. O fundo, que é formado por verbas municipais, estaduais e federais, é distribuído para a educação básica; pelo menos 60% dos recursos são usados para o pagamento de professores.

A Constituição exige que o governo complemente o Fundeb com pelo menos 10% da contribuição total de Estados e municípios. Para 2011, isso seria equivalente a R$ 9,1 bilhões. No entanto, o executivo reservou R$ 8,9 bilhões e uma parte disso (R$ 1,2 bilhão) já será destinada à complementação do ano que está terminando, uma vez que a lei permite que 15% de repasse seja feito até 31 de janeiro do exercício seguinte.

A dotação real para este ano vai se reduzir, portanto, a R$ 7,7 bilhões, valor 15,4% inferior ao mínimo constitucional. A mesma fórmula contábil foi usada pelo executivo no orçamento em vigor. Segundo o projeto orçamentário, dez estados devem receber complementação para o Fundeb (Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte).

Em nota da Agência Câmara, o deputado Edmilson Valentim (PC do B-RJ), relator da comissão, diz que não conseguiu ampliar a dotação por não dispor de fontes suficientes para um valor elevado. Ele recebeu R$ 357,4 milhões da relatoria-geral para atender a todas as demandas da sua área, como as emendas parlamentares e pedidos dos ministérios.

Para que o valor estipulado por lei seja cumprido, Valentim fez uma recomendação à relatoria-geral para que complemente a parcela da União. “A relatora-geral [Serys Slhessarenko (PT-MT)] terá a visão de todo o Orçamento, de todas as fontes. Acredito que com isso, e sabendo que temos de cumprir a lei, o ajuste será feito”, afirmou. Segundo ele, a chave para a complementação está na revisão das receitas públicas, que será apresentada na próxima semana pelo relator Bruno Araújo (PSDB-PE) e poderá apontar novas fontes.

O deputado Rogério Marinho (RN), coordenador da bancada do PSDB na comissão, criticou a falta de recursos para o fundo. Ele defende que a fórmula contábil usada não exima a União de consignar integralmente as dotações no Orçamento de 2011. Para Marinho, o governo continua a priorizar a educação superior em detrimento do ensino básico. Como exemplo, ele cita o programa Brasil Universitário, que abrange o custeio das universidades, contemplado com R$ 20,7 bilhões, e o Brasil Escolarizado, que financia a educação básica nos estados e municípios, e ficou com R$ 16,9 bilhões.
*Com informações da Agência Câmara.

Nossa pitaca:

CADÊ O MP?

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

PROPINITE A DOENÇA DA VIDA PÚBLICA

Ao que tudo indica; segundo as últimas pesquisas cósmicas continuaremos a ser o eterno país do futuro. Pois sofremos de um mal crônico que se agravou ao extremo nas últimas gerações de cidadãos quase letrados, anarfas funcionais e espertalhões concursados ou não.
Sofremos de uma das cada vez mais dolorosas “Ites”: a Propinite que engessa o progresso, imobiliza sonhos, assassina ideais; espalha o medo, a desesperança, a anarquia, a mediocridade.

Em virtude da insalubridade ética que reina na maioria das famílias, essa doença tende a se espalhar, irremediavelmente; pois, tal qual a AIDS que se apossa do sistema imunitário; ela se apossou do único sistema capaz de controlá-la até que surja uma nova consciência: o Sistema de Justiça.

PROBREMA DE UM - PROBREMA DE TODOS...

Na vida em família, criar regras claras, lógicas e aplicá-las com justiça é um ato de amor.
Ajudar a criança a perceber seus limites e os dos outros e, a respeitá-los, é um ato de caridade.
Mais do que tudo o ser humano precisa de disciplina, muita disciplina, especialmente para atingir o grau de humanização condizente com suas capacidades já desenvolvidas.
Mesmo o sentimento do amor não nasce sem a ajuda da disciplina...

Vivemos numa sociedade que sofre uma grave doença sistêmica chamada “PROPINITE”.
Claro que é uma doença muito, muito antiga; suspeita-se que está no DNA de algumas famílias - mas, na atualidade assumiu ares de epidemia capaz de aniquilar com a saúde da economia nacional e matar parte da população de reiva.

A voz do povo costuma ser a voz de Deus:

A culpa é das mães; pois, os pais quando conhecidos e estão sóbrios são omissos. Coitadas delas.

Mas:

Se as velhas mães dos que pululam em torno do poder tivessem sido mais enérgicas, não estaríamos nessa perigosa epidemia de Propinite.
- Filho, devolve essa borracha, essa figurinha, esse lápis, esse celular, esse MP3; senão... Ao invés de: - Filho vê se traz lápis com ponta, borracha inteira, esse celular já era; MP3 é velharia...

Na outra ponta; a culpa também é das mães; pois, os pais quando certificados com ISO - SUCESSO são turistas na vida em família; e estão quando relaxados; tentando aumentar o ativo – não importa quanto custe e quem seja a vítima.
- Filho cadê teu celular? – Vendi pai, baratinho prá fazer freguesia; depois recompro e troco um por cinco e revendo...

Na epidemia de Propinite há os que passam e os que repassam e os que são portadores assintomáticos – ainda...

Dona das dores, uma preta veia da hora tem o remédio, a mezinha santa: Antes que o pau entorte; assim que respirar mais que os otros tentando garfar mais O2: Havaiana 44 neles.
Tadinha. Ela não sabe que isso, hoje, dá processo para os 3P – nada a ver com 3DP...

Para salvar o orçamento vamos fazer um pograma?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010


CADÊ A SUPER BACTÉRIA?

Guardadores dos interesses da nossa saúde, pessoal, familiar e coletiva; pelo amor de Deus manifestessem.
Confesso que estou preocupado com o silêncio atormentador; daqueles que prenunciam a tempestade midiática.
Será que as orações e os pedidos de clemência a Deus e seus prepostos na Terra interromperam milagrosamente a evolução de tamanho perigo?
Ou:
Será que a Superbactéria feito a famigerada H1N1 que sumiu da pauta dos produtores de noticiários encomendados, está à espreita para matar de medo os Normóticos telespectadores e leitores quando terminarem as notícias sensacionalistas (bendito RJ tanto para uns quanto para outros)?

Guardei algumas; á espera de novas informações para atuar de forma conjunta, alertando a população para que se defenda e previna.
Mas cadê o material para assustar as pessoas?
Será que o kit de diagnóstico; a vacina e a droga combatente ainda não ficaram prontas?

Relembrando.

Se não tiver saco; não releia...

Apenas conclua...
Álcool em gel será obrigatório em hospitais e clínicas para evitar propagação da superbactéria KPC
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
Em Brasília

Para evitar novos casos da superbactéria KPC e de outros micro-organismos resistentes a antibióticos, os hospitais e clínicas públicas e privadas serão obrigados a colocar dispensadores com álcool em gel em todos os quartos, ambulatórios e prontos-socorros.

Médico tira dúvidas sobre a superbactéria

• Bahia e Espírito Santo têm casos de superbactéria
• DF eleva número de mortes por superbactéria para 18
• Paraíba e Espírito Santo também confirmam casos
• Confirmados casos de superbactéria em SP e PR e DF
• Contaminações por superbactéria aumentam quase 70% em menos de duas semanas no DF
A norma foi aprovada hoje (22) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para estimular a higienização de profissionais de saúde, uma das medidas mais eficazes para impedir a disseminação das superbactérias e conter as infecções hospitalares, como informou o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano.

“Esse é um elemento [álcool em gel] que facilita o hábito de higienização, porque é mais fácil de acessar. Mas as pessoas podem continuar a lavar as mãos com água e sabão”, afirmou Barbano.

A nova regra deve ser publicada oficialmente na próxima semana. De acordo com o diretor, os hospitais terão um prazo de até 60 dias para adaptação.

Técnicos da Anvisa reuniram-se hoje com especialistas em infectologia e microbiologia para discutir medidas de contenção e o cenário da KPC no Brasil. A KPC é um tipo de enzima que provoca resistência de algumas bactérias aos antibióticos de uso habitual.

A bactéria atinge, principalmente, pessoas com baixa imunidade que estejam hospitalizadas, como pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela pode ser transmitida por meio do contato direto, como o toque, ou pelo uso de um objeto comum.
O Distrito Federal tem um surto da superbactéria. São183 casos confirmados e 18 mortes. Há registros de casos também no Espírito Santo, Paraná, em São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais e na Paraíba.

22/10/2010 - 19h28
Álcool em gel será obrigatório em hospitais e clínicas para evitar propagação da superbactéria KPC
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil
Em Brasília



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Contra superbactéria, Anvisa obriga álcool gel em hospitais
22 de outubro de 2010 • 18h55 • atualizado às 19h28
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LUCIANA COBUCCI
Direto de Brasília
Até o fim do ano, todos os hospitais brasileiros, públicos ou privados, serão obrigados a disponibilizar álcool em gel ou líquido em todos os ambientes onde houver trato de pacientes, como ambulatórios, leitos e pronto-socorro. De acordo com o diretor-executivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, a norma com a regulamentação das novas regras deve ser aprovada ainda nesta sexta-feira pela direção da agência e será publicada no Diário Oficial da União na semana que vem. A medida foi tomada após o aumento dos casos de infectados pela superbactéria KPC no DF e o aparecimento em outros Estados.
Barbano afirmou que a norma é apenas uma "precaução". A Anvisa também estuda regulamentar a venda de antibióticos, que poderão ter a receita retida pelas farmácias no momento da venda, mas isso ainda não está definido pela agência.
Barbano minimizou os efeitos da superbactéria KPC, que já matou 18 pessoas em Brasília - segundo a Secretaria de Saúde do DF - e também foi notificada em hospitais de São Paulo, Paraná e Paraíba. Segundo ele, a superbactéria não é mais letal que as demais que causam as chamadas "infecções hospitalares".
"Não há nada de especial em relação à KPC. Existem outros quatro micro-organismos tão resistentes quanto ela. As infecções hospitalares são mais frequentes em pacientes mais debilitados, que estão há muito tempo nas unidades de terapia intensiva", disse.
Falha na notificação dos casos
De acordo com Barbano, apesar de as secretarias de saúde serem obrigadas desde 1998 a informar a Anvisa sobre os casos de infecção e mortes por infecções hospitalares, uma nota técnica reforçando essa necessidade será publicada na próxima semana. Por causa dessa subnotificação, os dados da Anvisa têm defasagem em relação aos dados das secretarias de saúde municipais.
Segundo o diretor-executivo da Anvisa, a agência não tem como penalizar as secretarias que não cumprem a norma. "Não é como outras doenças, como a hanseníase, que são de notificação obrigatória. No caso da hanseníase, se não houver notificação, não há envio de medicamentos para o tratamento da doença", disse. A Anvisa também estuda, em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), elaborar um meio de notificação de casos pela internet.

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Redação Terra

OK
Para evitar novos casos da superbactéria KPC e de outros micro-organismos resistentes a antibióticos, os hospitais e clínicas públicas e privadas serão obrigados a colocar dispensadores com álcool em gel em todos os quartos, ambulatórios e prontos-socorros.

Médico tira dúvidas sobre a superbactéria

• Bahia e Espírito Santo têm casos de superbactéria
• DF eleva número de mortes por superbactéria para 18
• Paraíba e Espírito Santo também confirmam casos
• Confirmados casos de superbactéria em SP e PR e DF
• Contaminações por superbactéria aumentam quase 70% em menos de duas semanas no DF
A norma foi aprovada hoje (22) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para estimular a higienização de profissionais de saúde, uma das medidas mais eficazes para impedir a disseminação das superbactérias e conter as infecções hospitalares, como informou o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano.

“Esse é um elemento [álcool em gel] que facilita o hábito de higienização, porque é mais fácil de acessar. Mas as pessoas podem continuar a lavar as mãos com água e sabão”, afirmou Barbano.

A nova regra deve ser publicada oficialmente na próxima semana. De acordo com o diretor, os hospitais terão um prazo de até 60 dias para adaptação.

Técnicos da Anvisa reuniram-se hoje com especialistas em infectologia e microbiologia para discutir medidas de contenção e o cenário da KPC no Brasil. A KPC é um tipo de enzima que provoca resistência de algumas bactérias aos antibióticos de uso habitual.

A bactéria atinge, principalmente, pessoas com baixa imunidade que estejam hospitalizadas, como pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela pode ser transmitida por meio do contato direto, como o toque, ou pelo uso de um objeto comum.
O Distrito Federal tem um surto da superbactéria. São183 casos confirmados e 18 mortes. Há registros de casos também no Espírito Santo, Paraná, em São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Minas Gerais e na Paraíba.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

DIAS SOMBRIOS – futuro nebuloso

O maior problema de uma nação, não é a miséria, a fome, a violência ou o desemprego. É a criança que cresce e forma sua visão de mundo da política, ouvindo dos pais e dos adultos que, a política é a arte da enganação, da roubalheira.
Essa cultura ou educação política tende a afastar muita gente ética e capaz da política. O que explica em parte a formação das oligarquias dos antigos coronéis sendo perigosamente substituídos por facções dominando partidos políticos.